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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

BRLix – Ferramenta contra a pirataria


BRLix – Ferramenta contra a pirataria

Matheus Eller Fagundes¹, Victor Brito Coimbra¹

¹Centro Federal de Educação Tecnológica/ RJ – UnED Nova Friburgo
Curso Técnico em Informática Industrial

matheusefagundes@gmail.com, victorcoimbra_gk@hotmail.com


Abstract. This article aims to warn about the evils of software piracy and propose an alternative using the OS BRlix. Delivered as an activity of the discipline Computer Installation and Maintenance of Industrial Computer Technician Course of CEFET/RJ, UnED Nova Friburgo.

Resumo. Este artigo tem como objetivo alertar sobre os males da pirataria de software e propor uma alternativa usando o Sistema Operacional BRLix. Entregue como atividade da disciplina de Montagem e Manutenção de Computadores do Curso Técnico de Informática Industrial do CEFET/RJ, UnED Nova Friburgo.

1. Introdução

Desde suas primeiras versões, os computadores trouxeram consigo um histórico de evoluções na sua tecnologia e criaram no mundo certa dependência do seu uso. Essa dependência se acentuou na década de 90 com a criação da rede mundial de computadores, que acumulou rapidamente milhões de usuários.
            Mas o que consigo trouxe facilidade e conforto trouxe também uma série de problemas, proporcionando até mesmo o surgimento de novos crimes, os chamados crimes cibernéticos. [Freitas, 2008] define crime cibernético como qualquer crime “realizado através e com auxílio do computador”.
            Dentre os muitos crimes cibernéticos existentes está a pirataria de softwares. Pirataria, segundo [LAROUSSE CULTURAL, 1995] é a “4. Produção e comercialização de cópias de filmes em fitas de vídeo, de cópias de programas para computadores, etc., não autorizados para distribuição – 5. Roubo, extorsão.”. A partir dessa definição, entende-se que atos como instalar uma copia não autorizada de um Sistema Operacional e “crackear[1]” um jogo de computador, por exemplos, são atos de pirataria.
            Existe, de fato, um grande número de ações piratas no mundo da informática. Mas quais são os prejuízos que a pirataria pode trazer?

2. A pirataria de software e seus males

A definição dada anteriormente sobre pirataria é bastante generalizada, visto que a pirataria existe em vários ramos de negócios e produtos. Para uma definição de pirataria exclusiva do mundo da computação, utiliza-se o conceito de pirataria de software. Segundo [MICROSOFT, 2011], “pirataria de software é a reprodução e a distribuição ilegal de aplicativos de software, tanto em empresas como para uso pessoal.
            Antes de conhecer exatamente os prejuízos que a pirataria traz, é importante saber sobre as suas possíveis formas afim de que se possa combatê-las, como instrui [MICROSOFT, 2011], que também define:
·         Pirataria do usuário final” – é aquela pirataria “pessoal”, para si mesmo, ou seja, quando alguém copia um software sem licença para seu próprio uso.
·         Software pré-instalado” – é aquela pirataria na qual o software pirata já vem instalado na compra do computador. Um exemplo comum desse tipo de pirataria é quando o técnico da loja de informática instala um SO pirata no computador do cliente.
·         Pirataria pela Internet” – ocorre quando um software é posto para download na Internet ferindo os direitos autorais. Nesse tipo de pirataria é comum o crackeamento do programa com um código também retirado da Internet.
·         Falsificação” – neste tipo de pirataria, algum indivíduo ou empresa copia o software e vende sob nome de outra marca, enganando o comprador.
·         Pirataria através de leilões online” – são vendas e sorteios de softwares através da rede mundial de computadores, sem a autorização de quem possui os direitos autorais do programa; ou quando o produto é sorteado ou vendido, mas é uma cópia.
            Como é possível observar, a pirataria pode aparecer de várias formas, e também pode trazer vários males.

2.1. As leis brasileiras quanto à pirataria de software

A primeira coisa que se deve saber sobre pirataria de software é que essa prática é criminosa e tem punição prevista em lei. No Brasil, o código penal prevê as seguintes penas, de acordo com os crimes:
·         No caso de violação dos direitos autorais: detenção de 3 meses a 1 ano, ou multa.
·         No caso de violação dos direitos autorais com o objetivo de lucrar (isto é, vender, redistribuir, etc.): reclusão de 2 a 4 anos, somados a uma multa.
            Essas informações podem ser encontradas no site presidencia.gov.

2.2. Prejuízos financeiros e algumas estatísticas

A International Data Corporation (IDC) é uma empresa de “pesquisa e previsão de mercado no setor de tecnologia da informação (TI)” [BSA e IDC, 2005]. Ela realiza pesquisas e relatórios anuais sobre a pirataria de software, considerando dados globais. Essas pesquisas são financiadas pela BSA (Business Software Alliance).
            Em seu relatório de 2010, a IDC percebeu que os países considerados emergentes gastaram mais em produtos relacionados a computadores (174 milhões de dólares) do que os países de primeiro mundo (173 milhões de dólares). É uma ótima notícia, mas como explica a IDC, parece que isso contribuiu para que os países emergentes se tornassem o novo motor da pirataria no mundo.
            Um dado que comprova esta afirmação é que, enquanto os países emergentes são responsáveis pela compra de mais de 50% dos PC’s do mundo, o valor gasto com compra de software nesses países não chega a 20% do total mundial, como mostra [BSA e IDC, 2011]. Isso significa claramente que há um grande número de softwares piratas nos países emergentes, como o Brasil. O estudo comprovou ainda que a pirataria de software é 2,5 vezes maior em países emergentes do que em países desenvolvidos, o que gera uma contradição, visto que as compras de computadores em países emergentes tem crescido 3 vezes mais rápido do que em países desenvolvidos.
            Com todas essas informações pretende-se mostrar aqui que um dos maiores males da pirataria, senão o maior deles, é o grande prejuízo financeiro gerado. Prejuízo tal que pode aparecer até mesmo na relação de concorrência entre as empresas. A IDC lembra que os softwares são uma ferramenta usada no processo de produção de vários negócios. Se uma empresa paga honestamente pelos softwares que usa, terá um custo de produção mais alto se comparado aos custos de uma empresa que adquire software pirata. Isso influi diretamente sobre o preço final do produto das empresas, e pode gerar desequilíbrio em um mercado competitivo.
            Nos seus estudos, a IDC mostra também a taxa de pirataria de software nos países. Essa taxa é calculada tendo como base o número total de softwares instalados no país e, dentre esses, quais são piratas. Segundo o estudo mais recente da [BSA e IDC, 2011], o Brasil possuía, em 2010, surpreendentes 54% de taxa de pirataria de software. Mas quanto dinheiro foi perdido no Brasil em 2010 com esses 54% de softwares piratas?
            Para responder a esta pergunta, o IDC calcula, primeiramente, o preço médio dos softwares no país, e multiplica pela quantidade de softwares piratas existentes no mesmo. O resultado é o valor aproximado de quanto dinheiro seria gerado se os softwares fossem comprados legalmente, ao invés de serem pirateados. Voltando ao estudo publicado em 2011 pela BSA e IDC, o Brasil deixou de gerar, em 2010, algo em torno de 2.619.000.000,00 de dólares por causa do software pirata. Esse valor corresponde a aproximadamente 4.733.840.000,00 de reais, considerando a cotação do dólar do dia 21 de novembro de 2011.
            É claramente visível, portanto, o efeito da pirataria na economia mundial. Além disso, a arrecadação de impostos perdida sobre esse valor poderia ser retornada para a sociedade, mostrando que é também um prejuízo para os cofres públicos.

2.3. Um problema de um Sistema Operacional pirata

Quando se trata de um Sistema Operacional, as atualizações são um item muito importante. Segundo [MICROSOFT, 2011], “atualizações são adições ao software capazes de ajudar a evitar ou corrigir problemas, melhorar o funcionamento do computador ou aprimorar a sua experiência em computação.”. Se um usuário não atualiza o SO Windows, por exemplo, ele pode “ficar em risco ou sofrer problemas desnecessários envolvendo o Windows ou seus programas.” [MICROSOFT, 2011].
            O que ocorre num SO Windows pirata é basicamente o seguinte: as atualizações são dispostas somente para SO’s originais, então um usuário de Windows pirata perde esse privilégio. Com isso, uma série de problemas pode acontecer com o SO. Então, ao contrário do que pensam alguns, um sistema operacional pirata é sim pior do que o mesmo sistema operacional, licenciado.

3.  Alternativa contra a pirataria

Muitos usuários justificam o ato de cometer pirataria argumentando que o preço do software original é demasiadamente elevado.  De fato, o valor de um software original não costuma ser muito barato no Brasil.
            Um exemplo bem comum da situação de piratear por não querer pagar caro pelo software original ocorre com o Sistema Operacional Windows 7. A versão Ultimate (mais completa) desse sistema custa R$ 649,00 na loja oficial online da Microsoft (Microsoftstore.com, 2011). O que ocorre, em muitos casos, é a instalação de um Windows pirata já na loja onde o computador foi comprado, com a finalidade de baixar o preço do produto.
            [LUZ, 2011] lembra de outra atitude que também pode acontecer na venda de um computador. Trata-se da instalação de uma distribuição Linux (normalmente gratuita) na máquina, sendo desnecessária a instalação de um SO pirata. O problema é que as distribuições Linux instaladas “em praticamente todos os casos, se tratam distribuições de péssima qualidade sem nenhum atrativo para o usuário.” [LUZ, 2011]. Isso acaba gerando no usuário a vontade e instalar um sistema Windows, normalmente pirata.
            Apesar desses ocorridos, algumas distribuições Linux podem ser usadas no lugar de um SO Windows pirata, e se mostram uma boa ideia, tanto para o vendedor do computador, quanto para o usuário.

4. Distribuições Linux

Uma distribuição Linux é “um sistema operacional [...] incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto.”, conforme explica [CAMPOS, 2006]. O kernel de um sistema operacional pode ser entendido como o seu núcleo, ou sua base. O kernel Linux foi desenvolvido por Linus Torvalds, um finlandês que em 1991, ano da criação do kernel, era estudante.
            Para chegar à aparência e funcionabilidade que têm hoje, as distribuições Linux (mantidas por empresas ou grupos de desenvolvedores) contam com plataformas e ambientes de trabalho com KDE e GNOME.
            A grande vantagem em usar o um SO com kernel Linux está no fato dele ser registrado sob a licença GNU/GPL, como mostra [CAMPOS, 2006]. A sigla GPL, quando traduzida do inglês, significa Licença Pública Geral. O texto dessa licença está disponível em <http://www.gnu.org/copyleft/gpl.txt>. Os trechos abaixo são traduções e comentários de algumas de suas partes.

4.1. Um pouco sobre a licença GNU/GPL

Todos os trechos traduzidos abaixo podem ser encontrados em inglês no site <http://www.gnu.org/copyleft/gpl.txt> (acesso em 28 de novembro de 2011).
As licenças de muitos softwares e outros trabalhos práticos são projetadas para tirar a sua liberdade de compartilhar e modificar os trabalhos. De modo contrário, a Licença Pública Geral GNU pretende garantir sua liberdade de compartilhar e modificar todas as versões de um programa - para se certificar de que este permanece um software livre para os seus usuários.
            O trecho acima deixa claro que o objetivo da licença GPL é de garantir a liberdade no uso dos softwares. Mas essa liberdade não significa, necessariamente, que um programa registrado sob GPL seja gratuito. A licença permite sim a venda de uma distribuição Linux, como é o caso de algumas. O termo “liberdade” usado nessas licenças está mais ligado à questão da modificação do código-fonte do programa, que é permitida.
            Contudo isso não significa que qualquer um pode modificar um trabalho feito sob GPL:
Uma "obra coberta" significa um programa inalterado ou um trabalho baseado no programa.
[...]
Aqueles que executam obras cobertas por você devem fazer exclusivamente em seu nome, sob sua direção e controle, em termos que os proíbam de fazer quaisquer cópias de seu material com direitos autorais fora do relacionamento com você.
            Por esses motivos existem distribuições Linux que não são gratuitas, mas ainda assim são consideradas “softwares livres”.

4.2. O problema de algumas distribuições Linux

A maioria dos usuários de computador tem como Sistema Operacional uma versão do Windows, que, de fato, é o SO mais usado no mundo. Quando um usuário tenta migrar para um sistema Linux por qualquer motivo, ele normalmente esbarra na dificuldade de se adaptar a esse novo mundo. Isso se deve ao fato das distribuições Linux não terem, normalmente, a mesma finalidade que tem os SO’s Windows. Há que diga que um sistema Linux é feito para técnicos de informática, e não pessoas sem experiência.
            Evidentemente, não é em todo caso que isso ocorre. Existem distribuições que são tão “amigáveis” para o usuário quanto o Windows o é. O BRLix é uma delas. Este SO “é um Linux, mas vai ser difícil para que usa o Windows perceber isso.” [BRLIX.COM, 2011].
            O BRLix é uma das distribuições Linux que mais se assemelham com os sistemas da Microsoft. O próximo tópico deste artigo visa mostrar mais deste sistema e suas funções.

5. O BRLix

É um sistema operacional para usuários de computador; ele é a continuação do famoso Famelix GNU/Linux. Apesar de utilizar uma base Linux tem uma aparência muito similar com o sistema operacional Windows, o que faz com que o BRLix seja conhecido internacionalmente.
            O BRLix nasceu do projeto universitário Famelix, que alcançou desde 2003, aproximadamente 13 milhões de downloads, garantindo assim a alta receptividade do sistema. Hoje, o BRLix é mantido pela Epidemus LTDA, em Jaraguá do Sul - Santa Catarina.
            Segundo o site oficial do produto (http://www.brlix.com/ptbr/c1/O-que-e-Brlix), o BRLix é uma distribuição GNU/Linux (sob licença GNU-GPL), que tem como principais compromissos fornecer uma opção em software livre de um sistema operacional amigável e seguro, contribuir para a inclusão digital e para a redução da pirataria de software. O BRLIX em conjunto com outros aplicativos também em software livre possibilita a oferta de soluções eficazes, amigáveis e seguras, que não exigem dos usuários conhecimentos técnicos profundos de informática e possibilita o aproveitamento de seus conhecimentos e experiências com os sistemas operacionais líderes de mercado e programas proprietários, pela similaridade de interface e uso.
            Esse sistema pode ser rodado também direto do CD (LiveCD).
            O foco do BRLix é, atendendo ao usuário final, pensar justamente nos usuários já acostumados com sistemas operacionais proprietários, e também nas pequenas e médias empresas, onde a economia e redução de custos são muito importantes.
            Uma das maiores vantagens do BRLix é que o usuário dos sistemas operacionais proprietários mais comuns (resumidamente, Windows) poderão fazer esta migração aproveitando todo o conhecimento e experiência adquirida com o software com o qual já se habituou reduzindo a curva de aprendizado. Além de atender as necessidades da maioria usuários, permitirá baratear os custos de iniciativas de inclusão digital.
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Figura 1. Logo BRLix
            A arara azul, adotada como símbolo da nova distribuição, é uma ave típica brasileira mostrando a identidade brasileira do BRLix.

5.1 Diferentes utilidades/Desenvolvimento
Aqui pode-se observar as diversas funcionalidades do BRLix de acordo com cada necessidade, como consta no site oficial <http://www.brlix.com/ptbr/c2/Para-quem-serve>.
No Trabalho:
·         O BRLix vem com o BROffice.org. que é totalmente compatível com o Microsoft Office e tem tudo que você precisa para criar documentos profissionais.
·         É fácil de usar, com as características que você precisa e completamente livre.
·         Também possui aplicações para comunicação rápida e fácil. Integrar facilmente com o Yahoo, Gmail e MSN. acessar e-mails.
Em casa:
·         Conecte-se e converse com os amigos instantaneamente. Se você usa Wi-Fi, 3G e Bluetooth, você pode se conectar a qualquer momento.
·         Acesse suas redes sociais com maior facilidade e sem problemas de enviar SPAM devido a vírus em seu computador.
·         O BRLix suporta Orkut, Facebook, Twitter, MSN, e muitos outros!
Para Fabricantes de Computador
·         Sistema Estável, com desenvolvimento próprio, e fácil de utilizar, agregando maior valor ao produto em geral.
·         Versões para Recuperação do Sistema e para o processo de cópias da Fábrica;
·         Acompanhamento semanal das novas versões (customizações para hardwares novos);
·         Consultoria na área de hardware;
·         Atendimento presencial, conforme solicitação do cliente;
·         Suporte ao usuário final.
·         Desenvolvimento de versões atendendo as necessidades da Empresa;
·         Análise de compatibilidade de aplicativos para Windows utilizados pela empresa para serem utilizados no BRLix;
·         Apresentação de Projeto para migração;
·         Treinamento para área de TI, e área operacional;
·         Implantação do BRLix, customização e suporte.

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Figura 2. Logomarca dos desenvolvedores
 A Equipe de desenvolvimento do BRLix possui experiência em desenvolvimento Linux desde 2003, desde o início do desenvolvimento do FAMELIX. Nestes 7 anos, muitas aplicações foram criadas e melhorias foram desenvolvidas.
            O desenvolvimento do BRLix foi dividido em 4 grupos:
·         Desenvolvimento de Aplicações:
o   Discador 3G para o BRLix
o   Discador para liha discada (com suporte a todos os estados brasileiros)
o   Gerenciador de temas do BRLix - XP, VIsta e 7
o   Assistente de Adição de usuário
o   Gerenciador de Idiomas (Português, Inglês, Espanhol, Italiano e Alemão)
o   Instalador do BRlix
o   Gerenciador de Instalações de Programas Windows para o BRLix
·         Desenvolvimento de Módulos e Kernel:
o   Sistema de detecção de impressoras do BRLix
o   Suporte a Modens Discados
o   Suporte a Modens 3G
o   Suporte a Placas de Vídeo
o   Suporte a Leitores Biométricos
o   Suporte a Webcams
o   Suporte a Scanners
o   Constante Atualização para melhoria da compatibilidade.
·         Desenvonvimento Gráfico e de Usabilidade:
o   Neste grupo, são desenvolvidos os temas e imagens relativos ao BRLix, além de desenvolver os temas e imagens o grupo executa os diversos testes e em conjunto com o grupo de Desenvolvimento de Aplicações, estudam a maneira mais fácil e simples para a interação do usuário final com o computador.
·         Desenvolvimento de Assistentes de instalação para softwares Windows e compatibilidade.
o   Testes diversos com softwares Windows no BRLix
o   Homologação dos softwares funcionais
o   Desenvolvimento de Assistentes para instalação de softwares
o   Desenvolvimento avançado para aumento da compatibilidade.

5.2.  Compatibilidade e programas

5.2.1. Programas Compatíveis

O BRLix está em constante atualização para aumentar a compatibilidade dos softwares do MS-Windows.
            Relação dos softwares já homologados pela equipe do BRLix. 
·         Microsoft Office 2003 (Word, Excel, Power Point)
·         Microsoft Office 2007 (Word, Excel, Power Point)
·         Corel Draw 09
·         Corel Draw 11
·         Photoshop 7.0
·         Photoshop CS2
·         Photoshop CS3
·         MSN 7,5
·         Free Download Manager

5.2.2. Configurações
·       Ndisgtk (Drivers Windows para placas de rede sem fio)
5.2.3. Desenvolvimento
·       KlinkStatus (Verificador de links)
·       Quanta Plus (Ambiente de Desenvolvimento Web)
·       KDevelop
o   Assistente do KDevelop (Visualizador de Documentação)
o   Designer do KDevelop (Desenhador de Interface)
o   KDevelop C/C++ (IDE para o C/C++)
o   KDevelop KDE/C++ (IDE para desenvolvimento no KDE)
o   KDevelop Multi-Linguagem (IDE)
o   KDevelop Ruby (IDE para o Ruby)
o   KDevelop Scripting (IDE para Linguagens de Script)
o   Edito Kommander (Editor do Diálogo Dinâmico)
o   Kdiff3 (Interface do Diff/Patch)
o   Qt4 Designer (Interface do Designer)
5.2.4. Educativo
·         Ciências
o   Celestia KDE (Simulador do Espaço)
o   KStars (Planetário virtual)
·            Idiomas
o    Anki (Memorização, estudo, linguagem)
o   Tux Paint (Programa de desenho)  
5.2.5. Escritório
·        Kontact (Gerenciador de informações pessoais)
·        BrOffice.org 3.2 (Suíte completa)
·        KAddressBook (Livro de Endereços)
·        KNotes (Notas instantâneas)
·        KOrganizer (Organizador Pessoal)
5.2.6. Gráficos
·        Inkscape (Editor de imagens vetoriais) 
·        Gimp (Editor de imagens)
·        KGhostView (Visualizador PDF/PS)
·        KolourPaint (Programa de pintura)  
·        Kooka (Digitalização e OCR)
·        - Kpdf (Visualizador de PDF)
·        - KRápida Exibição (Visualizador de imagens)
·        - KSnapshot (Captura de Tela)
·        - Scribus (Page Layout)
·        - gThumb (Visualizador de Imagens)

5.2.7.      Internet

·        Akregator (Leitor de fontes de notícias RSS)
·        aMSN (Mensageiro Instantâneo)
·        AMule (Cliente P2P)
·        Azureus (Cliente torrent)
·        Chromium (Navegador Web)
·        Transmission (Cliente torrent)
·        Thunderbirt (Cliente de Email)
·        Discador 3G
·        Emesene (Mensageiro Instantâneo)
·        FileZilla (Cliente FTP)
·        JDownloader (Gerenciador de Download)
·        KGet (Gerenciador de Download)
·        KMail (Cliente de Email)
·        Konqueror (Navegador Web)
·        Pidgin (Mensageiro de Internet)
·        Firefox (Navegador Web)

5.2.8.      Jogos

O BRLix vem com diversos jogos já instalados, em categorias diferentes: arcades, cartas, tabuleiros, tática e estratégia, entre outras.

5.2.9.      Aplicativos relacionados a Multimídia

·        - Amarok (Reprodutor de áudio)
·        - Audacious (Audio player)
·        - Audacity (Editor de áudio)
·        - Criação de Áudio (Reprodutor de CDs/Ripar CDs)
·        - DeVeDe (DVD/CD Criador de vídeo)
·        - ISO Master (Editor de imagem ISO)
·        - K3b (Gravar CD/DVD)
·        - Kaffeine (Reprodutor Multimídia)
·        - Mplayer (Multimídia player)
·        - Reprodutor de Filmes
·        - SMPlayer (Reprodutor multimídia mais completo)
·        - UCView (Aplicação de Captura de Imagem - WebCan)

5.2.10.  Ferramentas do Sistema

·         - Centro de Informações do KDE  

·         - Ícone do KRandR (Redimensionar Tela e Rotacionar)

·         - Konsole (Terminal) 

·         - KSysGuard (Monitor de Performance)

·         - Meu Sistema

·         - Painel de Controle

·         - Disco Livre (Ver uso do disco)

·         - Gerenciador de arquivos (Modo super-usuário)

·         - Informações do Computador

·         - KwikDisk (Utilitário de mídia removível)

·         - Terminal (Modo super-usuário)

            Tudo isso e muito mais aplicações e ferramentas localizadas no Painel de Controle, dentre elas: Aplicativo que viabiliza mudar o idioma do sistema, ferramenta capaz de criar e gerenciar contas de usuários, configurador de impressoras, aplicativo capaz de mudar o tema do sistema, etc. 
            A Equipe de desenvolvimento do BRLix possui experiência em desenvolvimento Linux desde 2003, desde o início do desenvolvimento do FAMELIX. Nestes 7 anos, muitas aplicações foram criadas e melhorias foram desenvolvidas.

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Figura 3. Área de Trabalho BRLix
5.3. BRLix premium

O BRLix premium 1.2 é uma versão superior em relação ao BRLix para download,mais seguro, robusto e com algumas vantagens:

·        Suporte Técnico prioritário por 1 ano, via telefone, on-line e email.
·        Discador 3G próprio do BRLix, com suporte a diversos modens e a Todas as operadoras brasileiras;
·        Discador para modem via telefone, com suporte a todos os estados do Brasil;
·        Gerenciador Multi-Usuário simplificado;
·        Maior compatibilidade com Aplicativos e Jogos para Windows;
·        Instalador Automático (basta colocar o CD original no drive) do Office2007 Office2003, CorelDral11, e muito mais!

5.4. Fotos das ferramentas


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Figura 4. Gravador e copiador de CD's e DVD's
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Figura 5. Modem 3G Dialer 0.1
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Figura 6. Reprodutor de vídeos
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Figura 7. Firefox (navegador de internet)
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Figura 8. Leitor de PDF (item que não acompanha o Windows)
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Figura 9. Gerenciador de Janelas
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Figura 10. Gerenciador de Email's
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Figura 11. Editor de texto
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Figura 12. Editor de músicas
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Figura 13. Editor de Apresentações
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Figura 14. Calendário

6.            Referências Bibliográficas

FREITAS, Gustavo. Crimes Cibernéticos, 20 de junho de 2011. Disponível em <http://gfsolucoes.net/crimes-ciberneticos/>. Acesso em: 11 de outubro de 2011.

CAMARGO, Camila.  O que é Cracker?, 15 de outubro de 2008. Disponível em <http://www.tecmundo.com.br/744-o-que-e-cracker-.htm>. Acesso em: 14 de novembro de 2011.

MICROSOFT. Microsoft Antipirataria. Disponível em <http://www.microsoft.com/brasil/antipirataria/default.mspx>. Acesso em: 14 de novembro de 2011.

MICROSOFT. Atualizações: perguntas frequentes. Disponível em <http://windows.microsoft.com/pt-BR/windows-vista/Updates-frequently-asked-questions>. Acesso em: 21 de novembro de 2011.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Código Penal. Disponível em <http://www.presidencia.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/Del2848.htm>. Acesso em: 21 de novembro de 2011.

MICROSOFT STORE. Explore novas possibilidades com Windows 7. Disponível em <http://www.microsoftstore.com.br/shop/pt-BR/Microsoft/Windows/Windows-7>. Acesso em: 22 de novembro de 2011.

LUZ, Péricles. Os perigos do Windows pirata, 31 de janeiro de 2011. Disponível em <http://dascoisasqueaprendi.com.br/tigeral/os-perigos-do-windows-pirata/>. Acesso em: 22 de novembro de 2011.

CAMPOS, Augusto. O que é uma distribuição Linux, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/faq-distribuicao/>. Acesso em: 27 de novembro de 2011.

CAMPOS, Augusto. O que é Linux, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/faq-linux/>. Acesso em: 27 de novembro de 2011.

FREE SOFTWARE FUNDATION. GNU General Public Licence, 29 de junho de 2007. Disponível em <http://www.gnu.org/copyleft/gpl.txt>. Acesso em: 28 de novembro de 2011.

PIRATARIA. In: Enciclopédia Larousse Cultural. Editora Nova Cultural, 1995. p. 4626.

BSA-IDC.  Segundo estudo global anual sobre pirataria de software da BSA-IDC. BSA, 2005. Relatório.

BSA-IDC. Eighth annual BSA global software – 2010 piracy study. BSA, maio de 2011. Relatório (em inglês).

BRLIX. O que é BrLix. Disponível em http://www.brlix.com/ptbr/c1/O-que-e-Brlix. Acesso em: 27 de novembro de 2011.

BRLIX.  Para quem serve. Disponível em <http://www.brlix.com/ptbr/c2/Para-quem-serve>. Acesso em: 27 de novembro de 2011.

BRLIX. Quem desenvolve. Disponível em <http://www.brlix.com/ptbr/c3/Quem-Desenvolve>. Acesso em: 28 de novembro de 2011.

BRLIX. Telas e vídeos. Disponível em <http://www.brlix.com/ptbr/c6/conheCa:-telas-e-vIdeos>. Acesso em: 28 de novembro de 2011.

BRLIX. Para empresas. Disponível em <http://www.brlix.com/ptbr/c47/Para-Empresas>. Acesso em: 28 de novembro de 2011.

SILVA, Fábio Alves. Conheça o novo Sistema Linux com o visual do Windows Vista: é o BRLix, 24 de novembro de 2010. Disponível em <http://linuxdefinitivamentelivre.blogspot.com/2010/11/conheca-o-novo-sistema-linux-com-o.html>. Acesso em: 28 de novembro de 2011.


[1]                      “Crackear” um programa de computador significa inserir um código de licença de uso nos programas sem pagar por isso, como informa [CAMARGO, 2008].

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